Calma... Calma... Não é nada.
Se a palavra já não diz, não é nada.
O som não se ouve? Não é nada.
A sede é insaciável, a tinta não colore, o vento não refresca.
O quente, amornou.
O que antes sentido, hoje cala.
Não é nada.
Não é.
Não.
Nada não...
Desterro, 03 de outubro de 2008.
Não enche - Caetano Veloso


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