segunda-feira, 25 de julho de 2011

ÚTERO

Baby, o mundo anda crazy
e é muito mais louco
não poder te proteger.

De mãos atadas me ponho acordado
na madrugada errada.
Eu velo teu sono em vão.
Espiono na fresta da porta da vida

que inúmeras vezes explode em minha cara.
Minha cara, mais caro é o preço que pago.
É a praga no trago, a droga, o estrago.
É a vaga indagação de não te apagar em mim.

Baby, eu ando so lazy.
My soul isn't happy.
Meu ócio? Ópio, festim.

Eu ofereço um buquê de mentiras
se me perguntam por ti.
Não tento a verdade, nem acho exagero

sentir a flor do teu útero ser parte de mim.
De minuto em minuto mirim ser quem gosta,
não importa se presta ou se próstata!
Basta a intençao de poder te afagar enfim.


Útero - Mário César

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