domingo, 17 de abril de 2011

A cor do conto (ou O homem que sabia Djavanês)

Madurecer a madrugar. Amador ser para acordar.
Meu café, minha fé expressa em nós.
Alvorecer. Foi por um triz entre ceder a dias vis.
Noite ser. Esconder o sol em Paris.

Te sonho contraluz num tom âmbar noir
Você conduz à estrada sai de bar em bar
e se traduz inglesa que é pra disfarçar;
e me seduz discreta pra não me assustar.

Acordo tonto e ébrio de tanto sonhar.
Acordo pronto a ponto de recomeçar.
Acordes em encontro para eu te cantar.
A cor do conto em quadros que você está.

A cor do conto (ou O homem que sabia Djavanês) - Mário César






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